segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Tuas velhas cartas guardadas
Hoje já são pergaminho
Sentimentos outrora sentidos
Prosseguiram por entre destinos
Destinos que hoje não há...
Leio tuas velhas cartas amareladas
Guardadas no fundo do baú
São papiros, lembranças, lamentos
Palavras que faziam brotar sorriso
Hoje só restam as lembranças
Essas palavras por entre versos
Rimas simples falavam de amor
Velhos pergaminhos no velho baú
Tuas cartas roídas por cupins
Pura imagem do nosso fim
Ainda guardo tuas cartas
Por debaixo de trapos velhos
Teu sorriso ainda guardo (na lembrança)
Quem sabe sentir novamente
O sabor das tuas palavras
Teus pergaminhos de amor
Folhas amareladas
No fundo solitário do baú.

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