Não me conte seus conceitos ou preceitos, não diga que o futuro é apenas uma metáfora, uma sentinela a nos observar. Nada é novo, apenas uma repetição constante do que um dia já foi. As cores não existem, são ilusões misturadas a física indescritível que nos orienta...
A vida, a eterna brevidade que alcançamos e nunca estamos contentes.
Ela desfila em frente aos nossos olhos, mas moribundos não enxergamos.
Estar vivo nada mais é do que o acaso da fertilidade
As histórias de amor são tão passionais, um conto de amor é apenas uma literatura contida no inconsciente de alguém que não sabemos quem é. Não cabe a ninguém falar de amor, falar do amor sublime da geração romântica ou do amor carnal contido no realismo.
Sou a pedra que parada observa o tempo passar, corre o tempo, morrem os homens e nada muda, apenas acumulo as marcas dos que foram.
"Deixo meus versos aos teus pensamentos/ Não tema, pois neles nunca vou estar..." MD
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Quem em nada mais crê e nada mais espera basta ler um poema e o sentir
Na sua falsa condição de mero verso
Na falsa existência de palavras de consolo
Ler um poema não é conhecer gramática ou linguística
É ter em si a pureza para entender
Palavras amontoadas formam um novo mundo
Que nos farão navegar em lágrimas próprias
Na sua falsa condição de mero verso
Na falsa existência de palavras de consolo
Ler um poema não é conhecer gramática ou linguística
É ter em si a pureza para entender
Palavras amontoadas formam um novo mundo
Que nos farão navegar em lágrimas próprias
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