Tantas foram as flores em vida
Rosas, girassóis, crisantemos…
Tantas flores, cores e amores
Pinceladas de Van Gogh
Fascinante aurora boreal
Em mocidade, juventude sonhadora
Banham a vida no mar de rosas
Para afogar-se em mil amores
Despertados pelas flores enamoradas
O tempo passa, as flores ficam
Como se embalassem um eterno presente
Tão puras a esconder desvaneios
Purificam a leveza dos véus
Amontoam-se na beleza dos buquês
O tempo passa, as flores ficam
Levam a mocidade, mas permanecem vivas
Girando para o sol os girassóis
Perfeito desabrocham os crisantemos
E o vermelho da rosa a encantar
Vão -se as flores como última homenagem
Ao decorar o sono eterno, vão sobre a cruz
E vejo que por mais colorido o jardim
Hão de murchar…
Para sucumbirem como adornos do tempo
"Deixo meus versos aos teus pensamentos/ Não tema, pois neles nunca vou estar..." MD
domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Serei eu, serás tu, seremos nós, como sempre fomos…
Quem sabe distantes deste mundo, quem sabe próximos de alma, quem sabe descobrir que tudo não passa de uma completa ilusão humana, sentiremos o amor criado pelos homens medíocres e nos veremos também medíocres….
Te conquistarei com melodias alternativas, quem sabe uma grave distorção de guitarra me leve aos teus ouvidos a cada acorde...
Tudo diferente, apenas o nunca imaginado se concretizando de uma forma inesperada...
Tentarei te impressionar com palavras difíceis e verbos atípicos, para fazer com que sinta o gosto das palavras…
Te mostrarei poemas estranhos impregnados de melodramas, paradóxos e simbolismos…
Ainda que fujas, te encontrarei na caverna dos nosos seres e contemplarei a tua imagem distante a divagar…
Ainda que a mormidez do caos invada nossa sóbria vivência, tentaremos ser como um colosso que emerge do mais turbulento mar…
O mar da vida...
Quem sabe distantes deste mundo, quem sabe próximos de alma, quem sabe descobrir que tudo não passa de uma completa ilusão humana, sentiremos o amor criado pelos homens medíocres e nos veremos também medíocres….
Te conquistarei com melodias alternativas, quem sabe uma grave distorção de guitarra me leve aos teus ouvidos a cada acorde...
Tudo diferente, apenas o nunca imaginado se concretizando de uma forma inesperada...
Tentarei te impressionar com palavras difíceis e verbos atípicos, para fazer com que sinta o gosto das palavras…
Te mostrarei poemas estranhos impregnados de melodramas, paradóxos e simbolismos…
Ainda que fujas, te encontrarei na caverna dos nosos seres e contemplarei a tua imagem distante a divagar…
Ainda que a mormidez do caos invada nossa sóbria vivência, tentaremos ser como um colosso que emerge do mais turbulento mar…
O mar da vida...
domingo, 7 de agosto de 2011
Cheguei e trago comigo o trágico
As esperanças que buscam, todas enterrei
Estive no Hades, fui companheira de Judas
Cultuei Baco e perdi-me na luxúria
Trago em minhas mão a poeira das contelações
Para contar o tempo contido na ampulheta
Não tens tempo, eis o que digo
Siga vida a dentro, corra noite afora
(continuar)
As esperanças que buscam, todas enterrei
Estive no Hades, fui companheira de Judas
Cultuei Baco e perdi-me na luxúria
Trago em minhas mão a poeira das contelações
Para contar o tempo contido na ampulheta
Não tens tempo, eis o que digo
Siga vida a dentro, corra noite afora
(continuar)
Assinar:
Comentários (Atom)