Guardo em minhas mãos rastros castos de teus dedos
Em meu peito o brilho do fogo que não cessa
Reconstruo tua face a golpes de lembranças
De um momento eterno em que busquei mudanças
Vieste, e contigo a promessa do horizonte
Para onde estendo minhas mãos, inutilmente
És toda poesia que nenhum verso há de moldar
"Deixo meus versos aos teus pensamentos/ Não tema, pois neles nunca vou estar..." MD
quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
No longo verde que me envolve
Escrevo meus versos em folhas
Em silêncio, solidão, monotonia
Penduro mil palavras pelas trilhas
Folhas caem, meus versos vão juntos
Sol, cor, vida e vento
Construo um mundo de elementos
Em solo morto a vida floresce
Sob minha cabeça o sol resplandece
No canto, meu canto de instante
Em melódico prazer, um sopro no ar
Deleito no som, canto palavras
Escrevo meus versos em folhas
Escrevo meus versos em folhas
Em silêncio, solidão, monotonia
Penduro mil palavras pelas trilhas
Folhas caem, meus versos vão juntos
Sol, cor, vida e vento
Construo um mundo de elementos
Em solo morto a vida floresce
Sob minha cabeça o sol resplandece
No canto, meu canto de instante
Em melódico prazer, um sopro no ar
Deleito no som, canto palavras
Escrevo meus versos em folhas
Não direi que tua imagem se desfez no horizonte
Nem que busquei em vão pela miragem
Miragem, que fazes tu?
Atormenta-me, tão longe, horizonte findo
Sigo a tua busca, eterna fugitiva
Apanhando-me na ilusão do existir
Eis que sempre vou, te sigo
Na falta de tua serena imagem
Miragem…
Aportam-me sonhos que não tive
Te busco para meus braços castos
Miragem, que no fim tudo apaga
Resta-me apenas o nada
De um paraíso na eterna distância
Nem que busquei em vão pela miragem
Miragem, que fazes tu?
Atormenta-me, tão longe, horizonte findo
Sigo a tua busca, eterna fugitiva
Apanhando-me na ilusão do existir
Eis que sempre vou, te sigo
Na falta de tua serena imagem
Miragem…
Aportam-me sonhos que não tive
Te busco para meus braços castos
Miragem, que no fim tudo apaga
Resta-me apenas o nada
De um paraíso na eterna distância
Nasce o rebento sol do meio dia
Talvez o primogênito de todos os astros
Talvez luz exposta a nossa sorte
Em fogo nasce, brilha, luz e queima
E nas horas seguidas me banha em calor
Põe-se o sol, rebento a deixar-me
Tão alvo em seu louvor a adormecer
Em traços de luz no longo horizonte
Sumindo, como se não mais viesse
…
Talvez o primogênito de todos os astros
Talvez luz exposta a nossa sorte
Em fogo nasce, brilha, luz e queima
E nas horas seguidas me banha em calor
Põe-se o sol, rebento a deixar-me
Tão alvo em seu louvor a adormecer
Em traços de luz no longo horizonte
Sumindo, como se não mais viesse
…
Guardo em minhas mãos rastros castos de teus dedos
Em meu peito o brilho do fogo que não cessa
Reconstruo tua face a golpes de lembranças
De um momento eterno em que busquei mudanças
Vieste, e contigo a promessa do horizonte
Para onde estendo minhas mãos, inutilmente
És toda poesia que nenhum verso há de moldar
…
Em meu peito o brilho do fogo que não cessa
Reconstruo tua face a golpes de lembranças
De um momento eterno em que busquei mudanças
Vieste, e contigo a promessa do horizonte
Para onde estendo minhas mãos, inutilmente
És toda poesia que nenhum verso há de moldar
…
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