segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Sou jovem, mas não quero ser tão jovem
Às vezes sou realmente
Eu sei, mas hoje não quero ser
Tenho visões além de tudo
Há quem diga que são bobagens
Posso ser inocente, ingênua
Posso ser esperta, pervertida
Um longo disputar de atitudes, de idéias
Em alguns momentos me desprendo do meio
Mesmo o meio querendo me prender
Na minha solidão reflito na escrita
As palavras caem desorganizadas no papel
Eu as organizo... em versos
Recito poemas para as paredes
Às vezes quero ser um menestrel
Pela juventude me divido
A vida, essa eterna escolha.
Nesse instante sou jovem
Quando me escondo das escolhas
Quando decido, elas fluem.
E as idéias resplandecem como a aurora
Não quero ser tão jovem quando as tenho
Às vezes as guardo na gaveta
Junto com os lápis e papel
A gaveta posso abrir um dia
Irei transmudar a realidade
Assim repassar o que me passa

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