Amor, enígma ainda não revelado
Amar, carne entregue ao verme da paixão
Paixão voraz, longe da razão
Amar é sonhar o brilho eterno
É ver o eterno morrer no próximo segundo
Ameaçado pelo efêmero humano
Queria ser uma flôr
Imutável a esperar o dia para desabroxar
Queria ser um inseto
Na busca insessante por mantimentos
Mas vejo-me humano na busca eterna por amor
E presa a solidão resta-me apenas alguns versos
Deselegantes, sem rimas e sem métricas
Lembrando tua ausente companhia…
"Deixo meus versos aos teus pensamentos/ Não tema, pois neles nunca vou estar..." MD
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Amor, enígma ainda não revelado
Amar, carne entregue ao verme da paixão
Paixão voraz, longe da razão
Amar é sonhar o brilho eterno
É ver o eterno morrer no próximo segundo
Ameaçado pelo efêmero humano
Queria ser uma flor
Imutável a esperar o dia para desabroxar
Queria ser um inseto
Na busca insessante por mantimentos
Mas vejo-me humano na busca eterna por amor
E presa a solidão resta-me apenas alguns versos
Deselegantes, sem rimas e sem métricas
Lembrando tua ausente companhia…
Amar, carne entregue ao verme da paixão
Paixão voraz, longe da razão
Amar é sonhar o brilho eterno
É ver o eterno morrer no próximo segundo
Ameaçado pelo efêmero humano
Queria ser uma flor
Imutável a esperar o dia para desabroxar
Queria ser um inseto
Na busca insessante por mantimentos
Mas vejo-me humano na busca eterna por amor
E presa a solidão resta-me apenas alguns versos
Deselegantes, sem rimas e sem métricas
Lembrando tua ausente companhia…
Eles lá, eu aqui
Eles temem, amam, fuçam na lama
Esperam-te sentados a porta, imploram migalhas
Fiel companheiro, não pedem dinheiro
Teus olhos não os veêm?
Perambulam noite afora
Correm atrás de sombras tão mortas quanto eles
Povoam telhados, frestas e festas
Noturnos, soturnos, gatunos
O balançar da cauda demonstra alegria
Um olhar,único carinho do dia
Eles lá,eu aqui…
Lentamente escrevo versos
Penas e dilemas que não ouso acreditar
Em volta ainda insistem em me apontar
Abandonados em esquinas
Acorrentados, prisioneiros sem amor
Morrem pelas ruas, lixos ambulantes
Esquecidos pelo tão amado “ser humano”
Um ser humano do não ser
A dor é fatídica…
Eles temem, amam, fuçam na lama
Esperam-te sentados a porta, imploram migalhas
Fiel companheiro, não pedem dinheiro
Teus olhos não os veêm?
Perambulam noite afora
Correm atrás de sombras tão mortas quanto eles
Povoam telhados, frestas e festas
Noturnos, soturnos, gatunos
O balançar da cauda demonstra alegria
Um olhar,único carinho do dia
Eles lá,eu aqui…
Lentamente escrevo versos
Penas e dilemas que não ouso acreditar
Em volta ainda insistem em me apontar
Abandonados em esquinas
Acorrentados, prisioneiros sem amor
Morrem pelas ruas, lixos ambulantes
Esquecidos pelo tão amado “ser humano”
Um ser humano do não ser
A dor é fatídica…
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