Deixastes casa que te acalenta pequenina
Doce melodia da tua vida de menina
Dias antigos, a estrada te leva embora
Viver já não se conjuga como antes
Vive é se entregar a castidade santa
Para a eternidade vestida de branco
Sofres por amor,mas apenas te julgam
Como a víbora estranhas entre as ovelhas
Finges dentro da tua falsa liberdade
Entre os livros proibidos de poetas calorosos
Mas tuas cartas….essas lágrimas de ouro
Quase sempre esperadas, quase sempre rejeitadas
E tu sempre observada…
O amor que ao longe deixastes, nunca houve
Os dias passaram a trazer-te de volta
Esta mulher a guardar o amor de menina
Sempre desconhecida, desprezada ou cobiçada
Traduzida em letras pelos cantos
De volta para o último adeus
Dessas dores das horas que te levam embora
Guardando um último verso no teu sorriso
"Deixo meus versos aos teus pensamentos/ Não tema, pois neles nunca vou estar..." MD
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Uma casa na escuridão
Uma casa, um lugar para se viver
Uma casa,talvez uma metáfora
Um espaço habitador por corpos e mentes
Transeuntes felinos cochilam nos carpetes surrados
Paredes corroídas, tempo que floresce
Murmúrios entre as sombras das montanhas…
Mas há um dia…
Eles chegam um dia a levar-te
Condenam-te eternamente a prisão do poço
Afundam tua casa na escuridão
Tua solidão é acompanhada por corpos mortos
Quem há não te enxerga, quem te enxerga já não há
E o amor que parecia ter te sobrado
Descansa ao longe em lápide desconhecida
O tempo não foi teu companheiro, te fez viver
Nesta casa na escuridão, hoje vazia
Somente teu corpo aleijado a apodrecer
Solitário lentamente a morrer
Uma casa,talvez uma metáfora
Um espaço habitador por corpos e mentes
Transeuntes felinos cochilam nos carpetes surrados
Paredes corroídas, tempo que floresce
Murmúrios entre as sombras das montanhas…
Mas há um dia…
Eles chegam um dia a levar-te
Condenam-te eternamente a prisão do poço
Afundam tua casa na escuridão
Tua solidão é acompanhada por corpos mortos
Quem há não te enxerga, quem te enxerga já não há
E o amor que parecia ter te sobrado
Descansa ao longe em lápide desconhecida
O tempo não foi teu companheiro, te fez viver
Nesta casa na escuridão, hoje vazia
Somente teu corpo aleijado a apodrecer
Solitário lentamente a morrer
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Jardins suspensos
Jardins são cores vivas com um coração
Flores e cores acordadas pela manhã
Jardins regados a mel pelas abelhas cintilantes
Flores incandescentes a espalhar o, porém.
Pássaros bebem deste néctar inebriante
O ar desvanecido, úmido a molhar o lugar.
Meus jardins suspensos não são os da Babilônia
Talvez sejam os jardins de o meu pensar
Tão suspensos aos meus delírios
Talvez sejam os jardim de o último andar
De onde me atiro para a doce fuga da vida
Mas, ainda que teus sorrisos me comovam.
Sempre habitarei os meus jardins suspensos
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