Deixastes casa que te acalenta pequenina
Doce melodia da tua vida de menina
Dias antigos, a estrada te leva embora
Viver já não se conjuga como antes
Vive é se entregar a castidade santa
Para a eternidade vestida de branco
Sofres por amor,mas apenas te julgam
Como a víbora estranhas entre as ovelhas
Finges dentro da tua falsa liberdade
Entre os livros proibidos de poetas calorosos
Mas tuas cartas….essas lágrimas de ouro
Quase sempre esperadas, quase sempre rejeitadas
E tu sempre observada…
O amor que ao longe deixastes, nunca houve
Os dias passaram a trazer-te de volta
Esta mulher a guardar o amor de menina
Sempre desconhecida, desprezada ou cobiçada
Traduzida em letras pelos cantos
De volta para o último adeus
Dessas dores das horas que te levam embora
Guardando um último verso no teu sorriso
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