quinta-feira, 10 de junho de 2010

Jardins suspensos Jardins são cores vivas com um coração Flores e cores acordadas pela manhã Jardins regados a mel pelas abelhas cintilantes Flores incandescentes a espalhar o, porém. Pássaros bebem deste néctar inebriante O ar desvanecido, úmido a molhar o lugar. Meus jardins suspensos não são os da Babilônia Talvez sejam os jardins de o meu pensar Tão suspensos aos meus delírios Talvez sejam os jardim de o último andar De onde me atiro para a doce fuga da vida Mas, ainda que teus sorrisos me comovam. Sempre habitarei os meus jardins suspensos

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