quinta-feira, 1 de julho de 2010

Aos olhos com carinho

Verde, a palavras que transborda
Tanto quanto verdes meu querer
Tanto quanto a cor da tua hora
Que na sinestesia de minhas palavras
Envolvo o mundo no tempo de agora

Nas horas de outrora que em ti passei
Casualmente causei o que inda há
O afeto dos tempos estranhos que não tenho
Quero teus versos simples expostos a minha sorte

Nem todos que há veêm, são companheiros
Mas na tua carne se faz presente o que és
O que és do que ainda não foi para mim
Melodiosamente a música rítmica de você

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