Doce dama a bailar pela noite
Envolta em rendas e puro cetim
E para ti que escrevo minha amada
Um trovador que se oferece a ti
Em salões e catedrais espalho minhas preces
Ao seguir os rastros invisíveis de teus véus
O que fazer se a mim esquece?
Em súplicas levando as mãos aos céus
Não és a Dama das Camélias
Tampouco a dama dos cristais
És aquela que o meu peito clama
Sempre a perguntar: aonde vais?
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