quinta-feira, 1 de julho de 2010

Há um silêncio macabro no ar
Cortando o som do quarto estranho
O ambiente áspero me contrai ao nada
Sonolenta fico aos pesadelos mundanos
Contraindo-me aos lençois que servem de mortalhas
Sangro a melodia dos mortos enfurecidos
Dessas notas mortas que saem do rádio
Apago no instante que não me lembro
Envolvida no que me resta dessa noite
...
(continuar)

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