terça-feira, 26 de julho de 2011

Na margem de um rio, em algum lugar
Dois corpos amavam-se sem saber
Em castelos de areia viviam suas fantasias
Dois corpos distantes, bastava o querer
Banhavam-se nas orlas ao longo das horas
E nessas horas o rio corria…
Dois corpos distantes, talvez nem existissem
Formavam-se como expectros solitários
Materializados no mais íntimo da noite
Não sabiam se amavam…
Não sabiam se existiam…

Nenhum comentário:

Postar um comentário