Guardo em minhas mãos rastros castos de teus dedos
Em meu peito o brilho do fogo que não cessa
Reconstruo tua face a golpes de lembranças
De um momento eterno em que busquei mudanças
Vieste, e contigo a promessa do horizonte
Para onde estendo minhas mãos, inutilmente
És toda poesia que nenhum verso há de moldar
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