Recaptulando o inconsciênte
Me faço prisioneira de mim mesma
Amarrando as mãos em nós cegos
Transportando a imagem tênue
Liberte-me...
Tão vago este leito onde repouso
De um sono fatal que me agonia
No ar a essência de cravos se espalha
Um corpo exposto a sorte
Sorte que já não tenho
Minha solidão é sepulcral
Nenhuma nobre criatura me consola
Nenhum olhar, nenhuma esmola
Nenhum comentário:
Postar um comentário