Chamam-me de estranha
Mas por que tal comparação
Nunca mostro minha entranhas
Nem falo de sim e não
Me robotizo no dia sem fim
Cotidiano efêmero e assim
Sento em um canto já penso em um verso
Isso incomoda por ser incerto?
Distancio-me sempre do mundo
Esse completo mundo abominável
Tudo que enxergo é imundo
Ainda querem que eu seja comparável?
Me comunico através de mimicas
Idéia em completo paradoxo
Mil amores tenho no coração
Mas assim como vem, eles vão
Dizem que sou louca?
Da loucura sensata de minha frieza
Em gritos rasgados e a voz rouca
Moldo aves de papel que voam pelo ar
E sempre desperto na hora de acordar
Vejo que tudo não é um sonho
E minha mente fervilha com tantos absurdos
Agora sei, calem a boca!
Morram ou finjam que sou um surdo!!
Estou me lembrando nesse exato momento dos comentários desagradáveis que fiz com relação a esse teu poema, eu sinceramente peço desculpas. Não por ser alguém que vive voltando atrás com a própria opinião, mas é que existem coisas que necessitam ser reanalizadas pra que se tenha uma conclusão melhor das mesmas.
ResponderExcluirEu detesto poesias, embora as leia vez ou outra. Eu as destesto por que sou incapaz de me expressar de forma tão melodiosa e atrante pra quem lê, eu geralmente me limito à prosa, crua e geralmente desprezível por que sou um incapaz de me expressar de forma bonita e nisso você é excelente. Por favor desconsidere os meus tolos argumentos anteriores e sinta-se feliz por ser alguém que sabe expressar o que vê e sente de uma forma bonita e atrante.
Leio o teu blog constantemente, espero por novidades.
Até.
- Roney.