Dama das sombras
Há uma face pálida a me observar
Um rosto morto, antes cálido
Não é a musa que um dia sonhei
És um anjo a me fazer sonhar?
Face silente acompanha-me a fio
Noturna sempre a me observar
Contemplo teu estar em silêncio noturno
Proclamado entre lápides e faces espectrais
Traz o sopro de morte em teus lábios
Leva o rastro de vida em teus véus
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