terça-feira, 12 de maio de 2009

Guardo em mim este desejo não oculto
Quando contemplo tua imagem, aurora de meu dia
E me transponho sendo escrava de tua face
Que me sorri por entre a neblina funérea
O sopro do vento traz teu hálito
Murmurando em meu ouvido com tua voz
Meu viver, distraído na tua presença
Que me pega e me leva embora
Abandonando então a tormenta da tua ausência
Meu amado, se todo o meu tempo fosse teu...
Não haveria sonho, pois sono já não teria
Viveriamos então nas linhas de um poema
Repleto de versos melódicos sem métrica
Sendo dois seres contemplando o luar
Ou a aurora que raia um novo dia
Na minha jura de ser tua e te amar
Pedindo um eterno favor a existência
Que fique nesse instante, nessa vida

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